24.12.09
6.7.09
A diferença que Cristo faz
No último dia 18 de junho uma mulher de 35 anos, Van Ha Stocco, suicidou-se na mesma piscina onde há quase um ano se afogaram seus dois filhos, Marcus, de 3 anos e Catherine, de apenas 1 ano (nota em site brasileiro). Que notícia trágica. Fico imaginando a dor que estava sentindo aquela mãe para cometer um ato de tamanho desespero.A questão que nos vem a mente é: É possível passar por uma perda tão grande, quanto a de perder um filho ainda na infância, e continuar tendo forças para viver? Será que Cristo é suficiente para estas coisas? Veja o vídeo no link abaixo e tire suas conclusões. (o vídeo aparece depois de 30 segundos comerciais).
Mãe da menina queimada e abusada fala no “Brasil Urgente”
Você tem certeza de que é salvo?
Será que o aumento da população que se diz evangélica representa, de fato, um aumento no número de discípulos de Cristo? Será que todo aquele que se diz evangélico, ou cristão, pode ter a certeza de sua salvação? O vídeo abaixo será muito útil para você analisar se é salvo mesmo, ou se está sendo enganado por si próprio, por sua igreja, ou por seu pastor.
10 Conselhos para quem trabalha com música na igreja

Começo justificando o título. Por que não usei "10 conselhos para equipes de louvor" ou "10 conselhos para levitas". Primeiro, porque louvor é todo o culto e não apenas aquele período em que cantamos cânticos. Nós louvamos a Deus quando oramos (se a oração for de louvor), quando lemos a Bíblia (se o texto expressar louvor) e, mesmo em silêncio quando temos uma atitude de louvor a Deus durante o culto. Limitar o louvor ao período de cânticos e desconsiderar tudo que acontece antes e depois. Sobre levitas, este ministério acabou no Antigo Testamento. Os levitas, assim como os sacerdotes, eram instrumentos de Deus dentro da lei cerimonial. Lei cerimonial é a parte da lei que tem relação com as cerimônias e sacrifícios do Antigo Testamento. Esta lei teve seu cumprimento final em Cristo e acabou nele. Jesus derramou a última gota de sangue requerida para expiação de pecados. Portanto, trazer os levitas, os sacerdotes, a arca, o chofar, etc, de volta, é retroceder. É voltar ao Antigo Testamento e desprezar a Aliança da Graça, que tem como sumo-sacerdote o próprio Jesus Cristo. Bem, feitas as ressalvas, vamos aos 10 conselhos:
1. Tenha uma vida de oração.
2. Leia constantemente sua Bíblia.
3. Confronte o que você lê na Bíblia com o modo como você pensa, age e fala.
4. Conserte seus relacionamentos (família, vizinhos, trabalho, escola...).
5. Nos ensaios, tente fazer o seu melhor. Maldito é aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente (Jr 48.10).
6. No culto, lembre-se que os adoradores estão ali por causa de Jesus e não por sua causa.
7. Se você é hábil com a voz ou com algum instrumento, lembre-se de que isto foi dado por Deus, logo, nada de vaidades.
8. Não tente atrair atenção para si. Mostrar habilidades nos instrumentos (solando ou com arranjos chamativos) ou com a voz, improvisando e distorcendo a melodia, podem atrair atenção para você, desviando a atenção que deve ser dada a Cristo.
9. Depois de cantar/tocar permaneça no culto, participando com atenção. Retirar-se depois dos cânticos é comportamento de "estrela", totalmente impróprio em um culto em que Jesus é o centro.
10. Aprenda a analisar as letras daquilo que você canta. Uma boa melodia, nem sempre traz uma boa letra. E que prejuízo isto causa no culto. Peça ajuda do seu pastor neste sentido.
Por fim, mas com a impressão de que muito ainda deve ser dito, termino recomendando os escritos do Maestro Parcival Modolo. Excelentes para quem quer aprimorar o conhecimento musical e louvar a Deus mais adequadamente.
O Fenômeno do Arrepio

Nestes dias em que o mundo valoriza mais os sentidos do que a razão e em que a Igreja Evangélica aprecia mais as emoções do que o conhecimento, tenho observado um comportamento bastante comum nas igrejas, ao qual dei o nome de "fenômeno do arrepio".
A situação é a seguinte: A pessoa passa a semana inteira longe dos caminhos do Senhor, seja por negligência ou por vida de evidente pecado. No domingo vai à Igreja e, no período de cânticos (erroneamente chamado "período de louvor", porque louvor deve ser encontrado em todo o período de culto) ela se emociona e sente um arrepio. Pronto. "Tive uma experiência com Deus", "Eu senti Deus me tocar", "o louvor foi uma bênção", conclui. Volta à sua semana de negligência e pecados, mas com a consciência anestesiada, pois a experiência do domingo mostrou que Deus está com ela.
Isso tem acontecido. Não é difícil ver pessoas levantando as mãos nos cultos, chorando, se emocionando e, não raro, perceber que algumas destas não têm vida com Deus. Estão ali apenas em uma catarse espiritual. Deus não se agrada disto. Ele mostra em sua Palavra que o culto não é um momento à parte de nossa vida, mas que tem total ligação com ela. Jesus ensinou no Sermão do Monte: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta." (Mt 5.23,24). O que fazemos durante a semana tem total ligação com o culto comunitário. Este é o ápice, o momento alto de nossa adoração. E, se é o ápice, significa que a adoração não começa no domingo, mas ela vem de uma semana inteira de adoração, através de nossa obediência aos caminhos do Senhor. Romanos 12. 1: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Este apresentar é contínuo. Indica o nosso viver diário.
Por meio do profeta Isaías Deus condenou o comportamento do povo que passava a semana pecando e depois ia se apresentar diante dEle, como se nada houvesse acontecido. Veja:
"De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas." (Is 1.11-17)
Voltanto ao arrepio, Deus quer de nós mais que isso, quer obediência. Se emoção fosse sinal de aprovação de Deus, grande parte da população estaria no seu momento mais santo quando vê a bandeira nacional sendo asteada ao som do Hino Nacional. Deus quer nosso coração. Deus quer submissão à sua vontade. Deus quer obediência.
Temos a aprovação de Deus quando a nossa vida exala o bom perfume de Cristo (2Co 2.15); quando Deus olha para nós e, à semelhança de seu Filho, se compraz (Mt 3.17); quando olha para a sociedade e nos distingue como piedosos (Sl 4.3). Busquemos isto.
Isso tem acontecido. Não é difícil ver pessoas levantando as mãos nos cultos, chorando, se emocionando e, não raro, perceber que algumas destas não têm vida com Deus. Estão ali apenas em uma catarse espiritual. Deus não se agrada disto. Ele mostra em sua Palavra que o culto não é um momento à parte de nossa vida, mas que tem total ligação com ela. Jesus ensinou no Sermão do Monte: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta." (Mt 5.23,24). O que fazemos durante a semana tem total ligação com o culto comunitário. Este é o ápice, o momento alto de nossa adoração. E, se é o ápice, significa que a adoração não começa no domingo, mas ela vem de uma semana inteira de adoração, através de nossa obediência aos caminhos do Senhor. Romanos 12. 1: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Este apresentar é contínuo. Indica o nosso viver diário.
Por meio do profeta Isaías Deus condenou o comportamento do povo que passava a semana pecando e depois ia se apresentar diante dEle, como se nada houvesse acontecido. Veja:
"De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas." (Is 1.11-17)
Voltanto ao arrepio, Deus quer de nós mais que isso, quer obediência. Se emoção fosse sinal de aprovação de Deus, grande parte da população estaria no seu momento mais santo quando vê a bandeira nacional sendo asteada ao som do Hino Nacional. Deus quer nosso coração. Deus quer submissão à sua vontade. Deus quer obediência.
Temos a aprovação de Deus quando a nossa vida exala o bom perfume de Cristo (2Co 2.15); quando Deus olha para nós e, à semelhança de seu Filho, se compraz (Mt 3.17); quando olha para a sociedade e nos distingue como piedosos (Sl 4.3). Busquemos isto.
O Guarda das Fontes

Aproveitando a proximidade do dia das mães, segue abaixo o famoso sermão de Peter Marshall, pastor, capelão do Senado norte-americano de 1946 a 1948 durante a presidência de Harry Truman. Peter Marshall tornou-se mais conhecido depois da publicação de sua biografia "A Man Called Peter" (Um homem chamado Peter) e do filme com mesmo título. Segue abaixo o sermão:
Era uma vez um certo povoado que cresceu no pé de uma cordilheira. A aldeia foi protegida pelas alturas dos montes, de modo que o vento que tremia as portas e arremessava punhados de granizo contra as janelas era um vento cuja fúria já fora gasta. Alto nas colinas, um misterioso e calmo morador da floresta tomou sobre si a incumbência de ser o Guarda das Fontes. Ele patrulhava as colinas e onde quer que achasse uma fonte, ele limpava sua piscina barrenta de lodo, e tirava toda matéria estranha. Desta forma, a água que borbulhava da fonte corria para baixo limpa, fria e pura. A água pulava cintilante sobre pedras e se derramava alegremente em cascatas de cristal até que, fortalecida por outros córregos, tornava-se um rio de vida para o movimentado povoado. As rodas de azenha giravam por sua força. Os jardins eram refrescados por suas águas. As fontes a jogavam como diamantes no ar. Os cisnes navegavam em sua superfície límpida, e crianças riam brincando nos seus bancos na luz do sol.
Mas o Conselho de Cidade era um grupo de homens de negócios, pães duros e práticos. Esquadrinharam o orçamento e acharam o salário do Guarda das Fontes. Disse o Guarda da Bolsa: "Por que nós devemos pagar esse sujeito? Nós nunca o vemos; ele não é necessário à nossa vida de negócios no povoado. Se construirmos um reservatório perto da cidade, nós poderemos dispensar seus serviços e poupar seu salário". Com isso, o Conselho de Cidade votou para dispensar o gasto desnecessário com um Guarda das Fontes, e construir um reservatório de cimento.
Então o Guarda das Fontes deixou de visitar as piscinas barrentas, mas observou das alturas enquanto construíram o reservatório. Quando foi terminado, logo se encheu com água, mas a água não parecia ser a mesma. Não era mais limpa, e uma espuma verde logo contaminou sua superfície estagnada. Havia problemas constantes com a maquinaria delicada dos moinhos, freqüentemente entupido com o lodo, e os cisnes acharam outro lar distante do povoado. Finalmente, uma epidemia se alastrou, e os dedos amarelos da doença alcançaram cada lar em cada rua e alameda.
O Conselho de Cidade se reuniu outra vez. Tristemente, encarou como a cidade estava em apuros, e francamente reconheceu o erro em demitir o Guarda das Fontes. Procuraram-no na sua barraca alta nas colinas, e imploraram-lhe que retornasse a seu abençoado trabalho. Felizmente, ele concordou e começou mais uma vez a fazer suas rondas. Não demorou até que água pura viesse cantarolando felizmente para baixo sob túneis de samambaias e musgos e a cintilar no reservatório limpo. As rodas de azenha rodaram como antigamente. Os odores desapareceram. A doença diminuiu, e crianças em recuperação da suas doenças se alegraram outra vez, porque os cisnes haviam voltado.
Não me considere demasiadamente extravagante em minha linguagem quando digo que penso em mulheres, especificamente em nossas mães, como Guardas das Fontes. A frase, embora poética, é verdadeira e descritiva. Nós sentimos seu calor… sua influência que abranda… e não importa quão esquecidos nos tornemos… o quão presumidos sobre as dádivas preciosas da vida, ficamos cientes de memórias afáveis do passado – as doces, tenras e comoventes fragrâncias do amor. Nada que foi dito, nada que poderia ser dito, nem que jamais será dito, seria suficientemente eloqüente, suficientemente expressivo, nem adequado para fazer loquaz essa emoção peculiar que nós sentimos para com as nossas mães. Então farei meu tributo um apelo para as Guardas das Fontes, que sejam fiéis à sua tarefa.
Nunca houve um tempo de maior necessidade para Guardas das Fontes, nem quando haviam mais fontes poluídas precisando ser limpas. Se o lar fracassar, o país estará perdido. O colapso da vida e influência familiar marcarão o colapso da nação. Se as Guardas das Fontes desertarem seus postos ou forem infiéis às suas responsabilidades, a perspectiva futura deste país é bastante sombria. Esta geração necessita de Guardas das Fontes que sejam corajosas o suficiente para limpar as fontes que forem poluídas. Não é uma tarefa fácil – nem é popular, mas deve ser feito por causa das crianças, e as mulheres jovens de hoje devem fazê-lo.
A emancipação do sexo feminino começou com o cristianismo, e termina com o cristianismo. Teve seu começo há uns mil e novecentos anos atrás quando veio a uma mulher chamada Maria uma visão e uma mensagem do céu. Ela viu as nuvens da glória partidas e as fortalezas escondidas do céu. Ela ouviu um anúncio angelical da notícia quase inacreditável que ela, de todas as mulheres na terra... de todas as Marias da história... seria a única a trajar ao mesmo tempo a rosa vermelha de maternidade e a rosa branca da virgindade. Foi contado a ela – e todas as Guardas das Fontes sabem como tais mensagens vêm – que ela seria a mãe do Salvador do mundo.
Era mil e novecentos anos atrás “quando o próprio Jesus se submeteu a ser um bebê e banhou em lágrimas de bebê a Sua divindade" … e naquela noite, quando aquela Criança pequenina estava deitada na palha de Belém, começou a emancipação de sexo feminino.
Quando Ele cresceu e começou a ensinar o caminho da vida, Ele conduziu a mulher a um novo lugar nas relações humanas. Concedeu-lhe uma nova dignidade e a coroou com uma nova glória, de modo que, onde quer que o evangelho cristão foi durante dezenove séculos, as filhas de Maria foram respeitadas, honradas, lembradas, e amadas, pois os homens reconheceram que a feminilidade é algo sagrado e nobre, que as mulheres são de um barro mais fino... mais ligadas aos anjos de Deus e têm a função mais nobre que a vida possui. Onde quer que o cristianismo se espalhou, por mil e novecentos anos, homens se curvaram e as honraram.
Ficou para o vigésimo século, em nome do progresso, em nome da tolerância, em nome da sofisticação, em nome da liberdade, arrastá-la do seu trono e tentar torná-la como um homem.
Ela quis igualdade. Por mil e novecentos anos ela não havia sido igual – ela havia sido superior. Mas agora, disseram, ela quis igualdade, e para obtê-la, ela teve que se rebaixar. E então é que, em nome da tolerância sofisticada, os vícios do homem agora tornaram-se da mulher.
A tolerância do vigésimo século ganhou para a mulher o direito de ficar embriagada, o direito ter hálito alcoolizado, o direito de fumar, a trabalhar como um homem e agir como um homem – porque não é que ela é igual ao homem? Hoje chamam de “progresso”, mas amanhã, ó Guardas das Fontes, eles terão que reconhecer que isso não é progresso.
Nenhuma nação jamais fez qualquer progresso num rumo para baixo. Nenhum povo jamais tornou-se grande baixando seus padrões. Nenhum povo jamais tornou-se bom adotando uma moralidade mais frouxa. Não é progresso quando o tom moral é abaixado. É nada de progresso quando a pureza não é mais doce. Não é progresso quando o sexo feminino perde sua fragrância. Seja o que for, não é progresso!
Precisamos de Guardas das Fontes que compreendam que o que é politicamente correto pode não ser moralmente certo. Nossa nação necessita hoje de mulheres que nos levem de volta a uma antiga moralidade, a uma antiga decência, a uma antiga forma de pureza e doçura, se para nenhuma outra razão, então para o bem da próxima geração.
Esta geração viu um novo tipo de feminilidade emergir da confusão atordoada dos nossos dias. Temos hoje nos Estados Unidos um padrão de vida mais alto que em qualquer outro país, ou em qualquer outro tempo na história do mundo. Temos mais automóveis, mais cinemas, mais telefones, mais dinheiro, mais bandas, mais rádios, mais televisores, mais boates, mais crime, e mais divórcio que qualquer outra nação no mundo. Mães modernas querem que seus filhos gozem das vantagens desta nova era. Querem que, se possível, eles consigam um diploma de universidade para colocar na parede de seu quarto, e o que muitas delas consideram como igualmente importante – um convite para um clube social. Estão desesperadamente ansiosas para que suas filhas sejam populares, embora o preço desta popularidade talvez não seja calculado até que seja tarde demais. Em resumo, elas querem que seus filhos prosperem, mas a definição comum de sucesso, de acordo com os padrões de nossos dia, é sobretudo materialista.
O resultado de tudo isso é que a criança moderna é criada num lar que é decente, educado, confortável, mas, totalmente sem fé. Ao nosso redor, vivendo na própria sombra das nossas grandes igrejas e belas catedrais, crianças crescem sem um pingo de treinamento ou influência Cristã. Os pais de tais crianças normalmente abandonaram completamente a procura por qualquer âncora espiritual. A princípio, eles provavelmente tiveram algum tipo de idealismo vago quanto àquilo que seus filhos deveriam ser ensinados. Podem lembrar algo da instrução religiosa recebida quando eram crianças, e sentir que algo semelhante deveria ser passado às crianças de hoje. Mas não podem fazer, porque a verdade simples é que não têm nada a dar. Nossa tolerância moderna tirou a educação religiosa das escolas públicas. Nossa vida moderna e nossa irreligião moderna a tirou dos lares.
Então resta só um lugar onde pode ser obtido, e isso está na Escola Dominical, mas não está mais na moda ir à Escola Dominical. O resultado é que há muito pouca educação religiosa, e pais que nem tampouco tiveram, não podem dá-la a seus filhos – portanto, temos o caso dos “cegos conduzindo os cegos”, e tanto filhos como pais quase que certamente acabarão na vala da incerteza e incredulidade.
Quando você pensa na sua própria mãe, lembrando-se dela com amor e gratidão – em tenro amor ou saudade solitária, estou plenamente seguro que as memórias que aquecem e amolecem o seu coração não são em nada parecidas com as memórias que as crianças de hoje terão... Porque você, sem dúvida, está lembrando-se do aroma de goma fresca no avental da sua mãe ou o aroma de uma blusa recentemente passada, o aroma de pão fresco, a fragrância das violetas que ela tinha na blusa. Seria uma pena se tudo que se pudesse lembrar fosse o aroma de tabaco e o odor de cerveja no hálito dela!
O desafio da maternidade do vigésimo-século é tão antigo quanto a própria maternidade. Embora a típica mãe americana tenha vantagens que as mulheres dos pioneiros nunca experimentaram – vantagens materiais: educação, cultura, avanços da ciência e medicina; embora a mãe moderna saiba muito mais sobre esterilização, dietas, saúde, calorias, germes, drogas, remédios e vitaminas, que a mãe dela sabia, há um assunto sobre o qual ela sabe muito menos – e este é Deus.
O desafio moderno à maternidade é o desafio eterno – o de ser uma mulher temente a Deus. Até a frase soa estranho nos nossos ouvidos. Nós não a ouvimos hoje em dia. Ouvimos sobre outro tipo de mulher – mulheres belas, mulheres inteligentes, mulheres sofisticadas, mulheres de carreira, mulheres com talento, mulheres divorciadas, mas tão raramente ouvimos de uma mulher temente a Deus – como nem tampouco de um homem temente a Deus.
Acredito que mulheres chegam mais perto de cumprir seu papel dado por Deus no lar do que em qualquer outro lugar. É uma coisa muito mais nobre ser uma boa esposa, do que ser a Miss América. É uma realização maior estabelecer um lar cristão, do que produzir um romance de segunda categoria cheio de sujeira. No âmbito moral, é uma coisa muito superior ser antiquado, do que ser ultramoderno. O mundo tem mulheres o bastante que sabem como segurar seus coquetéis e que perderam todas suas ilusões e sua fé. O mundo tem mulheres suficientes que sabem ser espertas. O que precisamos são mulheres dispostas a serem simples. O mundo tem mulheres o bastante que sabem como ser brilhantes. O que necessitamos são algumas que sejam corajosas. O mundo tem mulheres suficientes que são populares. Necessitamos mais daquelas que são puras. Necessitamos tanto de mulheres como de homens, que prefiram ser moralmente certos do que politicamente corretos.
Não nos enganemos – sem o cristianismo, sem educação cristã, sem os princípios de Cristo ensinados aos jovens, estamos simplesmente criando pagãos. Fisicamente, estarão perfeitos. Intelectualmente, serão brilhantes. Mas espiritualmente, serão pagãos. Que não nos enganemos. A escola não faz nenhum esforço para tentar ensinar os princípios de Cristo. A Igreja só não o pode fazer. Eles nunca podem ser ensinados o suficiente a uma criança, a menos que a mãe os conheça e os pratique todos os dias.
Se você mesmo não tem nenhuma vida de oração, é um gesto inútil obrigar seu filhos a fazer suas orações toda noite. Se você não entra numa igreja, é bastante vão enviar seu filho à Escola Dominical. Se você tiver o hábito de contar “mentirinhas”, será difícil ensinar seu filho a dizer a verdade. Se você contar coisas maliciosas sobre seus vizinhos e sobre outros membros da igreja, será difícil seu filho aprender o significado de bondade.
O desafio à maternidade do vigésimo-século – no final das contas – é para que as mães tenham uma experiência de Deus... uma realidade que elas possam passar adiante para seus filhos. Porque a mais nova das ciências começa a compreender, depois de um estudo dos ensinos de Cristo do ponto de vista da psicologia, que somente na medida em que o ser humano descobre e segue as eternas leis espirituais, é que irá encontrar a felicidade e contentamento que todos procuram.
Um pastor conta sobre sua ida a um hospital para visitar uma mãe cujo primeiro filho havia nascido. Era uma jovem totalmente moderna. O lar dela era bastante típico para jovens casados. "Quando entrei no quarto, ela estava sentada e escrevendo. 'Entra,' ela disse, sorrindo. 'Estou no meio da faxina, e eu quero sua ajuda'. Eu nunca tinha ouvido falar de uma mulher fazendo faxina enquanto estava numa cama de hospital. O sorriso dela era contagiante – parecia que ela havia descoberto uma nova e genial idéia. "'Tive uma oportunidade maravilhosa de pensar aqui,' ela começou, 'e me ajudaria a entender algumas coisas se pudesse conversar com o senhor.’ Ela baixou seu lápis e caderno, e dobrou as mãos. Então respirou fundo e começou: 'Desde que era menininha, eu odiava qualquer tipo de restrição. Eu sempre quis ser livre. Quando eu terminei o segundo grau, eu fiz um curso de administração e consegui um emprego – não porque necessitava de dinheiro – mas porque quis viver por conta própria. Antes que José e eu nos casássemos, dizíamos que nós não seriamos escravos um do outro. E depois que casamos, nosso apartamento tornou-se um quartel general para uma turma igual a nós. Nós não éramos realmente maus – apenas fizemos tudo aquilo que nos agradava'. Ela parou por um minuto e sorriu pesarosamente. 'Deus não significava muito para nós – Ignoramos Ele. Nenhum de nós queria filhos – ou pelo menos pensávamos que não queríamos. E quando soube que eu ia ter um bebê, eu tive medo'. Ela parou outra vez com olhar pensativo. 'Não é engraçado, as coisas que a gente pensava antes?’ Ela quase havia esquecido que eu estava lá – ela falava à menina que antigamente ela era antes de sua grande aventura. De repente, ela lembrou de mim 'Onde é que eu estava? Sim! Bem, as coisas estão diferentes agora. Eu não sou livre mais e eu não quero ser. E a primeira coisa que eu devo fazer é limpar a casa'. Aí ela levantou a folha de papel do caderno. 'Essa é minha lista de faxina. Veja, quando eu levar Bete da maternidade para casa comigo –nosso apartamento será o lar dela – não mais apenas o de José e eu. E não está pronto para ela agora. Certas coisas terão que ir – por causa de Bete. E tenho que fazer também uma faxina no meu coração e na minha mente. Não sou mais apenas eu, agora sou mãe da Bete. E isso significa que eu preciso de Deus. Eu não posso fazer meu trabalho sem Ele. Você poderia orar por Bete, José e eu, e pelo nosso novo lar'? Eu via nela todas as mães de hoje – mães em apartamentos minúsculos e em sítios solitários... em grandes edifícios e em casinhas de periferia, que estão enfrentando o desafio de todos os tempos - o de criar seus filhos no amor e conhecimento de Deus'. E parecia que estava vendo nosso Salvador – com os Seus braços repletos de crianças da Judéia distante – dizendo àquela mãe e a todas as mães – o velho convite tão necessário nestes dias: 'Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas'."
Acredito que esta geração de jovens tem coragem o suficiente para encarar o futuro desafiador. Acredito que seu idealismo não está morto. Acredito que elas têm a mesma coragem e a mesma devoção às coisas valiosas que suas avós tiveram. Tenho plena confiança que elas estão ansiosas para conservarem o melhor da nossa herança, e Deus sabe que, se perdemo-lo aqui neste país, será perdido para sempre. Acredito que as mulheres de hoje não descuidarão de suas responsabilidades. Eis a razão pela qual eu ousei falar tão francamente. Guardas das Fontes, nós queremos cumprimentá-las!
Pai, retire de nós a sofisticação de nossa idade e o ceticismo que veio, como geada, para congelar e enfraquecer a nossa fé. Oramos para um retorno daquela fé simples, aquela antiga confiança em Deus, que fortaleceu e engrandeceu os lares de nossos antepassados, que construíram esta terra boa e que, ao edificá-la, nos deixaram nossa herança. No nome forte de Jesus, nosso Senhor, nós fazemos esta oração, Amém.
[Traduzido por Dennis Downing para o site www.hermeneutica.com]
27.5.09
17.4.09
6.4.09
Jesus Morreu na cruz, e daí?

O que algo que aconteceu há mais de 2000 anos tem a ver com a minha vida? Devo me preocupar com isto?
Certamente, que sim. Quer dizer, se você acha que a sua vida se resume a esta curta existência, não vai dar valor a isto. Mas, se você crê que há vida após a morte (e realmente há!) então, a cruz de Cristo tem tudo a ver com a sua vida.
Afinal, por que Deus enviaria seu único filho, sem pecado, para morrer neste mundo? Qual foi o objetivo disto? Certamente, não foi por acaso. Deus fez isto para pagar a justiça que pesava sobre nós. Com a entrada do pecado no mundo, por nossa culpa, todo ser humano foi destinado ao castigo eterno. Deus, para nos salvar deste castigo, enviou Jesus Cristo para quitá-lo.
A Bíblia diz em Romanos 8.1 “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Não há condenação porque Cristo pagou pelos pecados daqueles que o seguem. Em Colossenses 2.13 e 14 lemos que Cristo nos “deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz...” Cristo encravou na cruz o papel de dívida que pesava sobre nós. Na cruz tudo foi pago. Por isso, em seus últimos momentos ele disse: “Está consumado” (João 19.30) – está pago.
Assim, visto que o castigo ainda pesa sobre todo ser humano, é em Cristo que podemos ser salvos. Só crendo em Jesus Cristo é que alguém pode livrar-se da condenação eterna. Só nele há esperança de salvação. Só nele há esperança de alegria depois da morte. Você já tem esta certeza? Se você morrer hoje, já sabe para onde vai? Creia em Cristo como seu Salvador, arrependa-se dos seus pecados e você vai encontrá-lo. Que Deus o abençoe.
25.11.08
A bondade de Deus
"Quando considero como a bondade de Deus sofre abusos da maior parte da humanidade, não posso senão apoiar quem disse: 'O maior milagre do mundo é a paciência e generosidade de Deus para com o mundo ingrato. Se um príncipe tem inimigos metidos numa de suas cidades, não lhes envia provisões, mas mantém sitiado o local e faz o que pode para vencê-los pela fome. Mas o grande Deus, que poderia levar todos os Seus inimigos à destruição num piscar de olhos, tolera-os e se empenha diariamente para sustentá-los. Aquele que faz o bem aos maus e ingratos, pode muito bem ordenar-nos que bendigamos os que nos maldizem. Não penseis, porém, que escapareis assim, pecadores; o moinho de Deus mói devagar, mas mói fino; quanto mais admirável é agora a Sua paciência e generosidade, mais terrível e insuportável será a fúria resultante dos abusos feitos à Sua bondade. Nada é mais brando do que o mar; contudo, quando se agita e forma temporal, nada se enfurece mais. Nada é tão suave como a paciência e bondade de Deus, e nada tão terrível como a sua ira quando se inflama' (William Gurnall, 1660). "Fuja", pois, meu leitor, fuja para Cristo; fuja "... da ira futura" (Mt.3:7), antes que seja tarde demais. Nós lhe rogamos com todo o empenho, não pense que esta mensagem tem em vista outra pessoa. É para você! Não fique satisfeito em pensar que você já fugiu para Cristo. Obtenha certeza disso! Rogue ao Senhor que sonde o teu coração e te revele o que tu és." (A.W. Pink, Os Atributos de Deus, p. 90)
30.10.08
26.10.07
O maior criminoso do mundo
O que um juiz faria se levassem ao seu tribunal um criminoso com mais de 100 mil crimes cometidos? Qual seria o veredito deste juiz?
E o que dizer do dia em que você estiver diante do Tribunal de Deus, no dia do julgamento? Qual será o veredito de Deus a seu respeito? Na primeira carta de João nós lemos que “todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei; porque o pecado é a transgressão da lei” (1Jo 3.4). Quantos crimes contra a lei de Deus você já cometeu?
Considere que você comete, por palavras, pensamentos e ações, 10 pecados por dia. Multiplique pelos dias do ano. Teremos 3.650 pecados. Multiplique por 10 anos. Teremos 36.500 pecados. Assim, um indivíduo com 20 anos, terá 73.000 pecados para responder; com 30 anos, 109.500; 40 anos, 146.000; e assim por diante.
Na segunda carta de Paulo aos coríntios lemos: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2Co 5.10). Qual será o veredito do Santo e Justo Juiz sobre um criminoso com mais de 100.000 crimes cometidos?
Veja mais dois versículos que falam sobre este terrível dia: “Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.” (Apocalipse 20.12,13)
A única salvação para não ser condenado está em Jesus Cristo: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8.1,2); “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Romanos 5.9).
Cristo é o único caminho para que os seus pecados sejam perdoados. Só por meio de Cristo o pecador pode escapar da condenação do santo tribunal de Deus.
Portanto, arrependa-se dos seus pecados e confesse-os a Jesus. Mistica e sobrenaturalmente o sangue de Cristo, derramado na cruz, lavará o seu coração, a sua alma e você será reconciliado com Deus. Jesus Cristo é a nossa única salvação.
E o que dizer do dia em que você estiver diante do Tribunal de Deus, no dia do julgamento? Qual será o veredito de Deus a seu respeito? Na primeira carta de João nós lemos que “todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei; porque o pecado é a transgressão da lei” (1Jo 3.4). Quantos crimes contra a lei de Deus você já cometeu?
Considere que você comete, por palavras, pensamentos e ações, 10 pecados por dia. Multiplique pelos dias do ano. Teremos 3.650 pecados. Multiplique por 10 anos. Teremos 36.500 pecados. Assim, um indivíduo com 20 anos, terá 73.000 pecados para responder; com 30 anos, 109.500; 40 anos, 146.000; e assim por diante.
Na segunda carta de Paulo aos coríntios lemos: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2Co 5.10). Qual será o veredito do Santo e Justo Juiz sobre um criminoso com mais de 100.000 crimes cometidos?
Veja mais dois versículos que falam sobre este terrível dia: “Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.” (Apocalipse 20.12,13)
A única salvação para não ser condenado está em Jesus Cristo: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8.1,2); “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Romanos 5.9).
Cristo é o único caminho para que os seus pecados sejam perdoados. Só por meio de Cristo o pecador pode escapar da condenação do santo tribunal de Deus.
Portanto, arrependa-se dos seus pecados e confesse-os a Jesus. Mistica e sobrenaturalmente o sangue de Cristo, derramado na cruz, lavará o seu coração, a sua alma e você será reconciliado com Deus. Jesus Cristo é a nossa única salvação.
10.8.07
A morte é o fim de tudo?

Será que existe algo depois da morte? Será que há sentido em vivermos intensamente esta vida e, com a morte, tudo acabar? Não seria este fim algo extremamente sem sentido? Todas as nossas experiências, alegrias e realizações tendo um fim repentino? Toda a nossa existência, nossa história de vida, sendo reduzidas a nada, em fração de segundos?
Não, não faz sentido. Deve existir algo muito mais forte além desta vida. Algo que valide o nosso sofrimento, a nossa luta aqui na terra. Algo que dê sentido a tudo o que vivemos e sentimos. Algo que nos faça perceber que não vivemos em vão, que o melhor realmente está por vir, que há um sentido sim para nossa existência.
De fato, a morte não é o fim. É o começo. É o começo da existência fora do tempo, o que alguns chamam de eternidade. É o começo de uma vida sem fim, tal qual um círculo. Uma vida de milhões, bilhões de anos que, quando comparada à vida física, a torna ínfima, muito pequena.
A morte é o começo, mas não um começo de volta a este mundo. Deus preparou algo muito melhor para nós do que começarmos tudo de novo neste mundo de sofrimento e injustiça. A Palavra de Deus nos diz que “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” (1 Coríntios 2.9).
Quando Jesus Cristo estava na cruz, sendo crucificado no meio de dois malfeitores, ele disse qual o destino daqueles que morrem e são salvos: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43). Estas foram suas palavras ao bandido arrependido que clamava por salvação. Note que as palavras de Jesus não foram: “após algumas reencarnações você estará comigo no paraíso” ou “após algum tempo no purgatório você estará comigo no paraíso”. Não. A resposta de Jesus foi “hoje” - “hoje estarás comigo no paraíso”. Jesus prometeu salvação imediata àquele homem. Ele não precisaria passar por mais provas ou testes. A sua fé o salvou.
A Bíblia, livro escrito por homens inspirados por Deus, e trazido até os nossos dias por sua providência, nos mostra o caminho para obtermos a salvação, a vida eterna. O caminho é Jesus Cristo. Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14.6). No livro dos Atos dos Apóstolos nós lemos que “não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12).
Jesus Cristo morreu na cruz em nosso lugar, salvando-nos da condenação eterna. De modo que, aqueles que o aceitam pela fé, são salvos em seu nome. A Bíblia diz em Efésios 2.8,9 que “pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.”
A expressão “Não de obras” significa que nada do que façamos, além de crer, pode nos garantir a salvação.
Muitos dizem que serão salvos porque não têm vicíos, ou porque são pessoas boas, que têm muitos amigos, que fazem o bem, ajudam ao próximo, etc, porém, a Bíblia mostra que nada disso garante a salvação. Todas as obras que deveriam ser feitas para salvação, já foram feitas por Cristo. O que nos é exigido para salvação é apenas a fé. É preciso crer em Cristo como Senhor e Salvador de sua vida para ser salvo. A Bíblia diz em Atos 16.31 “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.”
A partir do momento que uma pessoa crê em Jesus Cristo, recebendo-o como Senhor e Salvador de sua vida, ela experimenta o que a Bíblia chama de “novo nascimento” (João 3). A partir daí, esta pessoa, arrependida dos seus pecados, passa a viver uma vida reta, justa e santa. Uma vida de comunhão com Deus e de constante aperfeiçoamento (1 Pedro 5.10), uma vida de santificação (Hebreus 12.14).
A pessoa passa agora a ter uma nova vida: “E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5.17); recebe um tipo de paz que só Deus pode dar “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo.” (João 14.27); e alegria verdadeira, que não acaba na manhã seguinte: “eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10).
Aquele que é convertido a Jesus passa a ter uma vida de proximidade com o Pai, de bênçãos materiais e espirituais, de orações respondidas e planos realizados. Uma vida de alegria neste mundo e de esperança para o futuro. Uma certeza e convicção absolutas de que a morte não é o fim. De que o sentido da vida é viver para Deus. De que os nossos atos nesta vida ecoam para a eternidade.
Aquele que encontra a Jesus Cristo passa a ter em seu peito a certeza de que morre aqui, mas acorda nos braços do Pai. Some o vazio de uma existência sem sentido, de um fim triste e ilógico, e surge a alegria em saber que viveremos para sempre na companhia do Deus que nos ama e dos irmãos que viveram conosco nesta vida.
Que Deus lhe abençoe, leitor, e que a palavra de Deus possa entrar em seu coração e produzir frutos para a vida eterna.
A Bíblia é a palavra de Deus?

Os crentes dizem que a Bíblia é a palavra de Deus. Mas com que provas afirmam isso? O que me garante que a Bíblia não é apenas um livro qualquer com centenas de páginas relatando crenças de uma cultura antiga? Quem me garante que a Bíblia não foi alterada no decorrer da Idade Média, por exemplo? O que faz da Bíblia este livro tão especial?
Em primeiro lugar, partimos do princípio de que Deus existe. Mesmo sem ler a Bíblia, olhando para o universo é impossível não admitirmos uma inteligência superior, criadora de todas as coisas. Toda a perfeição e beleza deste mundo não poderiam ter surgido do acaso, de uma explosão sem razão e sem sentido. É impossível crer que todas as leis da natureza, as estações, os movimentos dos planetas, e outros fenômenos que acontecem de modo regular e uniforme no universo tenham surgido do nada, sem nenhuma mente inteligente por detrás. Crer nisso seria o equivalente a crer em alguém que, tendo desmontado um relógio despertador, o coloca em uma lata, a chacoalha bem e, abrindo a lata, encontra o despertador montado, funcionando e marcando a hora correta! Impossível, não? Impossível também este universo, com todas as suas leis complexas funcionando, ter surgido de uma explosão caótica. É preciso mais fé para crer nisso do que para crer em um Deus criador de tudo.
Portanto, Deus existe. Olhe para a força do sol e você o verá. Olhe para a imensidão do universo e você o verá. Mas olhe também para a perfeição de uma flor, para a beleza de um pássaro, para o comportamento de um peixe, e você o verá. Toda a criação, todos os animais, peixes, pássaros, insetos, plantas, flores, minerais, com diferentes cores, formas, tamanhos, e comportamentos revelam um Deus poderoso e onisciente.
Esse Deus, que existe, não existe por acaso. Depois de criar toda a natureza e os seres viventes, criou o homem e a mulher. Criou-os para coroar a criação. De fato, de toda a criação, somos aqueles que mais se parecem com Deus. Somos racionais, temos criatividade, temos imaginação, temos sentimentos. Refletimos a imagem de Deus em nós.
Deus nos fez com carinho especial. Nos cercou de um mundo belo e cheio de coisas boas para vivermos. Ele nos amou. Porém, o ser humano desprezou este amor e passou a viver de modo contrário ao que Deus havia desejado. A Sua imagem no homem foi manchada. Porém, mesmo assim, Ele continuou amando o ser humano e colocou em ação um plano para salvar a sua vida, para restaurá-lo à condição original da criação, restaurá-lo à perfeição.
Para que o homem conhecesse tal plano, Deus passou a falar com ele. Por meio de várias manifestações no decorrer da história antiga, Deus revelou ao ser humano os seus planos, a forma pela qual o ser humano poderia se salvar. Pensando na humanidade como um todo, nas gerações que viriam centenas de anos depois, Deus providenciou que estes planos fossem escritos, registrados, para que as futuras gerações tivessem também o conhecimento de como se salvar.
Durante séculos de história, Deus falou com o seu povo. Instruiu-os pelos caminhos de seu maravilhoso plano para serem salvos e providenciou que tudo isso fosse anotado, registrado para as futuras gerações.
Quando o plano chegou no seu momento decisivo e final, Deus fez com que tudo fosse registrado e, algum tempo depois, fez com que os registros cessassem. O plano havia se concretizado. Não havia mais o que registrar.
Com todos os registros completos, cabia agora a Deus alcançar o restante da humanidade com os escritos contendo sua mensagem. Foi assim que iniciou-se o processo de pregação do Evangelho. Muitos homens e mulheres sairam pelo mundo anunciando a todas as pessoas o plano maravilhoso de Deus para salvação do ser humano.
Os anos se passaram e estes registros chegaram às nossas mãos. Chegaram a nós sem alterações, sem mudanças. Muitos homens no decorrer da história, motivados pelo inimigo maior de Deus, tentaram destruir estes registros. Alguns tentaram adulterá-los. Porém, Deus sempre foi muito mais forte que os homens e conduziu sua mensagem inalterável até nós, protegendo-a de todos os inimigos.
Este é apenas um dos motivos, pelos quais cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, é a sua mensagem à humanidade. O mesmo poder que Ele empregou para inspirar muitos homens para escrevê-la é o poder usado agora para preservá-la. O próprio Deus diz em sua Palavra “... agindo eu, quem o impedirá?” (Isaías 43.13). Em outras palavras, perguntamos: Se é o próprio Deus quem guarda a Bíblia, quem poderá alterá-la?” A resposta, com toda a firmeza, é: Ninguém.
É por isso que aceitamos a Bíblia em nossas vidas e nos guiamos por ela. Quanto mais seguimos seus ensinamentos, mais entramos nos planos de Deus e nos tornamos felizes. Quanto mais redefinimos nossa vida e comportamento de acordo com a palavra de Deus, mais nos aproximamos dele e recebemos de suas mãos a alegria de viver.
A Bíblia, portanto, é um livro precioso em nossas vidas. É a carta que Deus nos deixou, para nos ensinar a viver.
Termino este texto com uma ilustração bem oportuna que me veio à mente:
“No dia de seu aniversário, uma princesa recebeu de seu noivo um pacote redondo. Abriu-o apressadamente e dentro encontrou... uma bala de canhão. Decepcionada e nervosa jogou a bala de canhão em um canto de seu quarto. Porém, de repente, a cobertura exterior da bola se rompeu e apareceu uma bola de prata. A princesa a tomou em suas mãos e, com um pouco de força, a bola de prata se abriu, saindo dela uma caixinha de ouro, que não teve dificuldade de abrir. Dentro da caixinha, encontrou um valiosíssimo anel de ouro puro, trabalhado em diamantes, e uma pequena nota: Por amor a você.”
O mesmo acontece com a Bíblia. Muitas pessoas dizem: “Não gosto da Bíblia. Seus escritos são antigos e difíceis de entender”. Porém, aquele que não desiste na porta da mina, todavia a explora cuidadosamente, encontrará preciosos tesouros e, afinal, surgirá com grande brilho a mensagem de Deus: Por amor a você.
Que Deus abençoe você, leitor. Leia a Bíblia e você também encontrará esta preciosa mensagem, que pode mudar a sua vida.
30.12.06
Uma Nova Igreja Católica
A Igreja Presbiteriana é uma igreja que veio do Catolicismo. Uma renovação começou no século 16 quando muitos monges tentaram reformar a Igreja livrando-a do erro. Os principais erros cometidos são bem conhecidos:A Inquisição. A Igreja era detentora exclusiva da verdade, em todos os assuntos. Quem discordasse de suas posições ia parar no tribunal. Galileu Galilei teve que se retratar ao sustentar, contra a Igreja, que o nosso sistema é Heliocêntrico e não Geocêntrico. Muitos não se retrataram e foram queimados em praça pública (Giordano Bruno, por exemplo).
As relíquias. Milhares de ossos, objetos, roupas e pertences atribuídos a personagens bíblicos eram expostos e vendidos como objetos santos e com poder para subtrair anos de uma pessoa no purgatório. O comércio e a superstição eram grandes. Algumas relíquias eram curiosas, como, por exemplo, ferrugem retirado da fornalha onde os amigos de Daniel foram colocados, pedaços de madeira da arca de Noé, e até penas de asas do anjo Gabriel. O povo simples pagava quantias para ver estes objetos e cria no poder mágico deles.
As indulgências. O perdão divino era comercializado. A Igreja vendia um documento que assegurava ao comprador o perdão dos seus pecados e, se precisasse, o perdão de familiares que já haviam falecido. Pobres pagavam menos, ricos pagavam mais, e assim se negociava o perdão que Deus dá gratuitamente. Um monge alemão chamado Martir Luther indignou-se ao ver o povo entregar suas poucas economias para a igreja, em busca do perdão divino e afixou na porta da capela do Castelo de Wittemberg, 95 proposições contra estas indulgências na esperança de que o Papa consertasse este absurdo. Não foi ouvido, foi expulso da Igreja e nasceu assim o movimento da Reforma Protestante.
Contra estes erros, e alguns outros, muitos católicos protestaram e, não sendo ouvidos, romperam com a Igreja. Nasceram, então, em toda a Europa, as Igrejas Reformadas ou Protestantes. Estas igrejas se despiram das práticas que não tinham base na Bíblia e iniciaram o seu rumo, todavia, muita coisa em comum ficou. Por exemplo:
Crença em um Deus único. Afirmamos com os Romanistas que só há um Deus, criador dos céus e da terra.
Crença na Trindade. Afirmamos com os Romanistas a existência misteriosa da Trindade, isto é, um Deus que subsiste em três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo.
Crença na salvação em Jesus Cristo. Afirmamos com os Romanistas que só Jesus Cristo salva.
Enfim, tanto nós Reformados quanto os Romanistas, cremos no que está expresso no Credo Apóstolico: "Creio em Deus Pai, Todo-poderoso criador do céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao céu; está assentado à mão direita de Deus Pai Todo-poderoso, de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa Igreja universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém."
E onde estão as nossas diferenças? Eis algumas delas:
Não temos imagens de santos em nossas igrejas. O segundo mandamento é bastante claro: "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos." (Êxodo 20.4-6). Por mais que os Romanistas expliquem que não há adoração, apenas veneração, a proibição é anterior a isso. Proibe-se o fazer imagens. Por isso, não as temos em nossas igrejas.
Não consideramos Maria co-redentora. Cremos que Maria foi uma mulher especial, uma bem-aventurada, digna de toda a nossa apreciação e respeito. Todavia, elevá-la ao nível de redentora é algo que não tem base bíblica. Leia o Novo Testamento e você verá Maria como uma serva fiel, consagrada ao seu Deus, mas sem participação direta em nossa salvação. Leia as cartas que Paulo escreveu (Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito e Filemon) e leia as cartas gerais (Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João e Judas) e você não encontrará nenhuma referência a Maria. A pergunta lógica é: Se Maria tivesse recebido o encargo de ser co-redentora, isso não estaria explicito nos escritos de Paulo? Certamente sim. Mas isso não ocorre porque apenas Jesus Cristo é Salvador. Somente Jesus Cristo nasceu de uma mulher e do Espírito Santo. Somente Jesus Cristo teve uma vida totalmente sem pecado e, somente ele, morreu naquela cruz para nos salvar. De modo que ninguém mais nos salvou. Por isso, em nossas igrejas apenas Jesus Cristo é adorado.
Não cremos na infabilidade papal. Cremos que o Papa é alguém que deve ser respeitado, todavia, é um ser humano como nós, passível aos mesmos erros. Não cremos que ele não possa errar. Isso é torná-lo algo não humano. Cremos sim que a Bíblia não erra. Escrita há séculos, ela tem tido a sua veracidade confirmada pela Arqueologia. Por mais que muitos suspeitem que ela tenha sido alterada no decorrer dos séculos, nunca ninguém conseguiu provar isso e, ademais, as milhares de cópias transcritas no decorrer dos séculos nos dão base ampla para a formação de um exemplar fidedigno.
Não cremos no celibato clerical. A Bíblia diz: "Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo." (1 Timóteo 3.1-7). O texto fala em "esposo de uma só mulher" e "criando os filhos sob disciplina". É desumano submeter homens ao celibato quando foi o próprio Deus quem colocou no ser humano o impulso sexual. É um absurdo a Igreja Romana exigir algo que a Bíblia nunca exigiu, repito, é desumano. Os resultados estão aí, sendo divulgados na imprensa. Quando Paulo disse que era necessário ao bispo uma família ele o fez porque é na família que o bispo ter o seu primeiro "rebanho". É no trato com a esposa e com os filhos que ele, usando suas virtudes espirituais, tem sua primeira experiência como pastor. Se ele não consegue pastorear a sua família, como conseguirá êxito no pastoreio de várias famílias na igreja? Portanto, não concordamos com esta imposição. Em nossas igrejas, os pastores podem se casar (e há grande virtude nisso).
Não temos imagens de santos em nossas igrejas. O segundo mandamento é bastante claro: "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos." (Êxodo 20.4-6). Por mais que os Romanistas expliquem que não há adoração, apenas veneração, a proibição é anterior a isso. Proibe-se o fazer imagens. Por isso, não as temos em nossas igrejas.
Não consideramos Maria co-redentora. Cremos que Maria foi uma mulher especial, uma bem-aventurada, digna de toda a nossa apreciação e respeito. Todavia, elevá-la ao nível de redentora é algo que não tem base bíblica. Leia o Novo Testamento e você verá Maria como uma serva fiel, consagrada ao seu Deus, mas sem participação direta em nossa salvação. Leia as cartas que Paulo escreveu (Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito e Filemon) e leia as cartas gerais (Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João e Judas) e você não encontrará nenhuma referência a Maria. A pergunta lógica é: Se Maria tivesse recebido o encargo de ser co-redentora, isso não estaria explicito nos escritos de Paulo? Certamente sim. Mas isso não ocorre porque apenas Jesus Cristo é Salvador. Somente Jesus Cristo nasceu de uma mulher e do Espírito Santo. Somente Jesus Cristo teve uma vida totalmente sem pecado e, somente ele, morreu naquela cruz para nos salvar. De modo que ninguém mais nos salvou. Por isso, em nossas igrejas apenas Jesus Cristo é adorado.
Não cremos na infabilidade papal. Cremos que o Papa é alguém que deve ser respeitado, todavia, é um ser humano como nós, passível aos mesmos erros. Não cremos que ele não possa errar. Isso é torná-lo algo não humano. Cremos sim que a Bíblia não erra. Escrita há séculos, ela tem tido a sua veracidade confirmada pela Arqueologia. Por mais que muitos suspeitem que ela tenha sido alterada no decorrer dos séculos, nunca ninguém conseguiu provar isso e, ademais, as milhares de cópias transcritas no decorrer dos séculos nos dão base ampla para a formação de um exemplar fidedigno.
Não cremos no celibato clerical. A Bíblia diz: "Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo." (1 Timóteo 3.1-7). O texto fala em "esposo de uma só mulher" e "criando os filhos sob disciplina". É desumano submeter homens ao celibato quando foi o próprio Deus quem colocou no ser humano o impulso sexual. É um absurdo a Igreja Romana exigir algo que a Bíblia nunca exigiu, repito, é desumano. Os resultados estão aí, sendo divulgados na imprensa. Quando Paulo disse que era necessário ao bispo uma família ele o fez porque é na família que o bispo ter o seu primeiro "rebanho". É no trato com a esposa e com os filhos que ele, usando suas virtudes espirituais, tem sua primeira experiência como pastor. Se ele não consegue pastorear a sua família, como conseguirá êxito no pastoreio de várias famílias na igreja? Portanto, não concordamos com esta imposição. Em nossas igrejas, os pastores podem se casar (e há grande virtude nisso).
Há outras discordâncias, mas cremos que o que foi escrito já é suficiente para mostrar a nossa base: A Bíblia. Se o ensino tem base na Bíblia, é válido. Se não tem, não serve. Foi assim que os reformadores purificaram a Igreja de seus erros, infelizmente, gerando uma nova igreja. Todavia, de fato, foi impossível continuar na Romanista, pois, detentora da verdade, nunca admitiu ser criticada.
Assim, a Igreja Presbiteriana é, de fato, uma igreja católica reformada, renovada, com suas bases doutrinárias bem claras nas Escrituras. Cremos que voltamos ao Evangelho puro e simples ensinado pelo nosso Senhor Jesus Cristo. E que alegria é vivermos estes ensinos. Se você ficou com vontade de conhecê-los, nossas portas estão abertas para recebê-lo(a). Que Deus lhe ilumine.
29.12.06
O fazendeiro e o dinheiro velho
Conta-se que, certa vez, um fazendeiro pobre, norte-americano, economizou seu dinheiro durante muito tempo com o objetivo de comprar um boi para puxar seu arado. Depois de anos, quando achou que tinha dinheiro suficiente, o fazendeiro viajou até uma cidade para comprar o boi. Entretanto, ao chegar na cidade, ele descobriu que seu dinheiro não valia mais nada. A moeda corrente havia sido mudada e a data para troca do dinheiro havia passado há meses. Porque era analfabeto, o homem pediu a um estudante que escrevesse uma carta ao presidente explicando sua dura situação e pedindo a ele que abrisse uma exceção e trocasse seu dinheiro.O presidente foi tocado pela carta do fazendeiro e escreveu de volta: “A lei deve ser cumprida porque o prazo de troca para o dinheiro já passou. O governo não pode mais trocar seu dinheiro. Até o presidente não é isento desta lei. Entretanto” – continuou o presidente – “porque eu acredito que o sr. realmente trabalhou duro nestes anos para juntar este dinheiro, eu vou trocá-lo por dinheiro novo, do meu bolso, e assim o sr. poderá comprar o seu boi.”
Que alívio para o fazendeiro. Aquele monte de dinheiro não tinha mais valor. Assim também são as nossas obras diante de Deus.
Muita gente crê que pode ser salvo por suas obras, isto é, por coisas que faz nesta vida. Crêem que pelo fato de serem pessoas bondosas, com muitos amigos, famílias e sem grandes vícios, serão automaticamente salvos. Todavia, não é isso o que a Bíblia diz. A Bíblia diz que tudo o que fazemos não tem valor nenhum para a salvação – são dinheiro antigo. O apóstolo Paulo escreveu que “pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2.8,9).
A salvação vem pela graça de Deus, não pelo que fazemos. E obtemos esta graça pela fé, em Jesus Cristo.
Quando recebemos a salvação pela fé em Jesus Cristo, Deus faz como na história do fazendeiro – transforma o dinheiro velho em novo – faz com que o sacrifício de Cristo seja creditado a nós e, assim, nos tornamos justificados perante Deus: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo...” (Romanos 5.1).
Portanto, arrependa-se dos seus pecados e creia em Jesus Cristo. A grande obra que ele fez naquela cruz será aplicada em sua vida e você será visto por Deus, não mais como pecador, mas como um servo seu, justificado, justo.
Há esperança!
Às vezes, acontecem coisas que nos levam a desistir de tudo. O sofrimento na alma é tão grande que, aflito e sem esperança, o coração grita: Eu não quero mais viver! Parece que o melhor caminho é acabar com tudo. O que fazer em momentos assim? Será que ainda há esperanças para a alma tão aflita? Será que algo ainda pode ser feito para resolver os problemas e mudar o rumo de nossas vidas?A resposta é positiva. Existe um ser superior que pode nos ajudar – Deus. Ele entende as nossas fraquezas, Ele conhece as nossas dores, as nossas tristezas, as nossas desesperanças. Ele conhece tudo isso e pode nos socorrer. Certa vez ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28). Essa é uma promessa verdadeira. Vá a Jesus Cristo e ele te dará alívio para a sua aflição. Feche os olhos e dirija seus pensamentos a Deus em oração. Peça socorro. Conte a Ele todos os seus problemas, suas angústias e Ele vai te ouvir.
Confie em Deus e Ele te dará forças para enfrentar os momentos difíceis e sabedoria para tomar as decisões. Não vale a pena desistir, com Deus ainda há esperança. Para Ele nada é impossível. Ele é poderoso e pode reestruturar a sua vida.
Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará (Sl 37.5).
27.12.06
Eu não preciso desse “deus”
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Fato 1 – A maior parte da igreja evangélica do Brasil deixou de ser representante de Deus. Basta ligar a televisão para ver o que tem sido feito com o Evangelho de Jesus Cristo. Só se fala em dinheiro e a ganância dos líderes é grande. Além disso, muitos dos ensinos de Jesus Cristo têm sido deturpados. Jesus nunca disse que nós não ficaríamos doentes; Jesus nunca disse que pobreza é defeito; Jesus nunca disse que, na vida, não teríamos problemas. Pelo contrário, ele disse: “No mundo, passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16.33). Na verdade, o que está acontecendo hoje foi previsto pelo Senhor Jesus: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. (Mateus 7:15) Nos últimos dias “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”. (Mateus 24:11). Isso já está acontecendo. A maior parte das igrejas evangélicas deixou a Bíblia de lado e está ensinando mentiras.
Fato 1 – A maior parte da igreja evangélica do Brasil deixou de ser representante de Deus. Basta ligar a televisão para ver o que tem sido feito com o Evangelho de Jesus Cristo. Só se fala em dinheiro e a ganância dos líderes é grande. Além disso, muitos dos ensinos de Jesus Cristo têm sido deturpados. Jesus nunca disse que nós não ficaríamos doentes; Jesus nunca disse que pobreza é defeito; Jesus nunca disse que, na vida, não teríamos problemas. Pelo contrário, ele disse: “No mundo, passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16.33). Na verdade, o que está acontecendo hoje foi previsto pelo Senhor Jesus: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. (Mateus 7:15) Nos últimos dias “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”. (Mateus 24:11). Isso já está acontecendo. A maior parte das igrejas evangélicas deixou a Bíblia de lado e está ensinando mentiras.Fato 2 – Realmente, nós não precisamos deste “deus” pregado nestas igrejas. Um “deus” que só pensa em dinheiro. Mas nós precisamos do Deus verdadeiro, aquele que é conhecido na Bíblia, que é a base do Cristianismo. Deste Deus, todo ser humano precisa. O mundo mudou, a ciência evoluiu, o progresso nos alcançou, mas o ser humano continua sendo pecador e precisa desesperadamente de Jesus para que possa ser purificado dos seus pecados. Só por meio de Jesus Cristo é que você poderá se libertar do domínio do pecado sobre sua vida, sobre seus pensamentos e sobre tudo o que você faz. Só em Deus temos verdadeira liberdade e domínio sobre nós mesmos.
Por isso, não desista de sua felicidade. Busque uma igreja séria, que ensine com profundidade a Bíblia e você encontrará a Deus. Ele pode transformar a sua vida e abençoá-lo com paz de espírito.
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